Instituto Larus mergulha na foz de alguns rios da Floresta Atlântica e encontra as grandes ostras de mangue.
quarta-feira, 18 de junho de 2014
sexta-feira, 13 de junho de 2014
Jovem de 19 anos cria tecnologia para limpar oceanos e tem aprovação de especialistas
Um ano após anunciar a criação de um sistema que promete limpar o lixo dos oceanos, o jovem holandês Boyan Slat apresenta os primeiros resultados alcançados pela tecnologia. O Ocean Cleanup é uma espécie de barreira, que aproveita as correntes oceânicas para bloquear os resíduos encontrados no mar. De acordo com os especialistas que acompanharam os testes, a tecnologia é totalmente viável e eficiente.
Para que as análises fossem feitas, um conceito do Ocean Cleanup foi desenvolvido e colocado para funcionar. No teste que mede a captura e concentração, a barreira foi capaz de coletar plásticos em até três metros de profundidade, distância em que normalmente esses resíduos são encontrados. Além disso, o sistema recolheu pouca quantidade de zooplâncton, o que segundo os cientistas, facilita o reaproveitamento e a reciclagem do plástico.
Quando foi divulgado, o projeto recebeu diversas críticas. Isso foi um dos fatores que motivou Slat e sua equipe a contarem com a ajuda de cem especialistas dispostos a analisarem a tecnologia. Os pesquisadores aprovaram e as análises resultaram em um texto com 530 páginas.
Com o embasamento científico, o próximo passo do jovem holandês, de apenas 19 anos, é testar o sistema em grande escala e começar a produção. Para isso, ele está em busca de financiamento coletivo. O alvo é conseguir dois milhões de dólares. A 90 dias do fim da campanha, o projeto já tem 16% da meta atingida.
A tecnologia pode ser de grande valia na luta contra o lixo dos oceanos. De acordo com a divulgação, ele seria capaz de remover mais de sete milhões de toneladas de plástico dos oceanos em apenas dez anos.
Fonte: Redação CicloVivo
Para que as análises fossem feitas, um conceito do Ocean Cleanup foi desenvolvido e colocado para funcionar. No teste que mede a captura e concentração, a barreira foi capaz de coletar plásticos em até três metros de profundidade, distância em que normalmente esses resíduos são encontrados. Além disso, o sistema recolheu pouca quantidade de zooplâncton, o que segundo os cientistas, facilita o reaproveitamento e a reciclagem do plástico.
Quando foi divulgado, o projeto recebeu diversas críticas. Isso foi um dos fatores que motivou Slat e sua equipe a contarem com a ajuda de cem especialistas dispostos a analisarem a tecnologia. Os pesquisadores aprovaram e as análises resultaram em um texto com 530 páginas.
Com o embasamento científico, o próximo passo do jovem holandês, de apenas 19 anos, é testar o sistema em grande escala e começar a produção. Para isso, ele está em busca de financiamento coletivo. O alvo é conseguir dois milhões de dólares. A 90 dias do fim da campanha, o projeto já tem 16% da meta atingida.
A tecnologia pode ser de grande valia na luta contra o lixo dos oceanos. De acordo com a divulgação, ele seria capaz de remover mais de sete milhões de toneladas de plástico dos oceanos em apenas dez anos.
Fonte: Redação CicloVivo
quarta-feira, 11 de junho de 2014
Semana do Meio Ambiente: Centro Municipal de Educação Ambiental Escola do Mar.
O Dia Mundial do Meio Ambiente e da
Ecologia é celebrado em todo mundo no dia 5 de Junho, foi criado pela ONU, em 1972, durante a
Conferência de Estocolmo para o Ambiente Humano como forma de conscientizar o
mundo sobre as enfermidades contra a natureza. A semana do Meio Ambiente em São José – SC, aconteceu
entre os dias 2 a 6 de Junho, promovendo ações de conscientização junto a
sociedade josefense com o objetivo de proporcionar um diálogo entre os
moradores e o poder público nas questões alusivas a problemática ambiental, levando
em conta possíveis ações que venham corroborar com a conscientização para
práticas sustentáveis.
A Semana do Meio Ambiente começou com
uma ação conjunta entre Fundação Municipal do Meio Ambiente e Secretaria
Municipal de Educação. Os atos foram iniciados no canteiro central da Avenida
Lédio João Martins (Kobrasol) no dia 02 segunda-feira. Para marcar o início das
atividades referente a
Semana do Meio Ambiente as duas escolas de Educação
Ambiental: Centro Municipal de Educação Ambiental Escola do Mar e a Escola
Municipal do Meio Ambiente; junto com a Guarda Municipal proporcionaram ao
longo do dia ações de conscientização ambiental através de doação de mudas de
espécies nativas da Mata Atlântica, distribuição de material educativo
sobre tratamento e destinação correta
dos resíduos sólidos com ênfase no “Lixo” eletrônico, concomitante a isso foram
expostos os trabalhos com materiais recicláveis produzidos no CMEA Escola do
Mar, bem como a divulgação dos Projetos
de Educação Ambiental desenvolvidos na mesma (Projeto Águas de São José - 4ºanos);
Projeto Recriando o Lixo; Projeto Reciclagem de Papel; Projeto Fortalezas da
Baía Norte da Ilha de SC; Projeto Horta ), além de orientações concernente
a temática em questão.
04 de Junho (Dia
do Educador Ambiental) - Os segmentos intermunicipais envolvidos com o Meio Ambiente
tiveram a oportunidade de participar do V seminário de Educação Ambiental do
Grupo de Trabalho de Educação Ambiental-RH08 (GTEA-RH08) no Show Room Pedra Branca em Palhoça, cujo o tema era: Agricultura
da Terra à Terra. O dia foi marcado por uma programação voltada a
conscientização e práticas sustentáveis, onde tivemos a oportunidade de
prestigiar diferentes palestras como: Produção Sustentável e Combate à Miséria
(Mauro Schorr); Produção Sustentável e aproveitamento de
alimentos ( Genesis
Duarte – Pastoral da Criança – Palhoça); O que comer? (Denivaldo Luz); Compostagem
e resíduos orgânicos (Marcos José de Abreu – CEPAGRO); Compostagem domiciliar
(Gilberto Napoleão – FLORAM); Sistemas Agroflorestais (Fabio) além de
intervenções culturais com Recicleide, Nossa Senhora dos Resíduos e Grupo
Tambores da Terra (Maracatu).
04
de Junho – Trabalho de campo na praia da Serraria – “Olhares sobre os
Resíduos”, no qual o CMEA Escola do Mar promoveu junto com turmas da Rede
Municipal de Ensino um mutirão de Limpeza na orla da praia da Serraria.
Nesse
sentido, a presente intervenção buscou a realização de uma atividade de campo
elaborada para
propiciar o entendimento de alguns conceitos específicos de
Educação Ambiental focando na problemática dos resíduos sólidos. Acredita-se
também que o trabalho em campo propicia um melhor desenvolvimento das
peculiaridades da prática científica e dos respectivos processos mentais. É um
excelente ambiente de ensino, motivador, que facilita a aprendizagem e estimula
constantemente a criatividade e vontade de pesquisar no aluno.
A intervenção
proporcionou aos educandos conhecer os resíduos depositados na areia da praia
de Serraria o que permitiu aos estudantes investigar e relacionar muitos
conceitos abordados no cotidiano da sala como: Resíduos Sólidos; Meio Ambiente;
Sustentabilidade e consumismo exagerado; proporcionando ao mesmo perceber a
necessidade incessante de atitudes sustentáveis que possam mitigar o avanço do
problema relacionado aos resíduos e refletir de forma crítica
no modo de
descartar os próprios.A
saída de campo elaborada para a Semana do Meio Ambiente foi direcionada para
os/as estudantes do Ensino Fundamental II de São José, no qual participaram: CEM Luar (8º Serie – Prof.
Marcelo Chitolina) e EBM Altino Corcino da Silva Flores (7º ano – Prof.Afonso Struck). Planejamos essa atividade de campo com base no
currículo estabelecido para esse nível de ensino pelo Governo de Santa
Catarina: Orientações Curriculares da Educação Básica do Estado de Santa
Catarina, Proposta Curricular do Município de São José, documentos estes que
tem como objetivos nortear o processo de ensino e aprendizagem nas escolas.
No dia
05 (Dia Mundial do Meio Ambiente) e 06, as atividades desenvolvidas no CMEA
Escola do Mar, focaram no projeto “Águas de São José”, atendendo os alunos dos
4º anos da Rede Municipal, salientando a importância dos Rios e sua função
junto a população, além de relacionar a atual situação com o processo de
expansão urbana sem o devido planejamento, abordando conceitos referentes aos
ecossistemas marinhos e costeiros. O objetivo principal desse projeto é
proporcionar aos alunos um maior conhecimento das causas e efeitos que ocorrem
nos mananciais que compõe a bacia hidrográfica do Município bem como
conscientizar da necessidade de ações mitigadoras para diminuir e até mesmo
recuperar as áreas degradadas.
Agradecemos
a todos os profissionais envolvidos na Semana do Meio Ambiente e em especial as
duas Escolas da Rede Municipal que através dos professores viabilizaram a
atividade proposta.
Valeu
a parceria!!!!
quarta-feira, 4 de junho de 2014
Prefeitura de São José promove ação de conscientização na Semana do Meio Ambiente
terça-feira, 03 junho 2014
Nesta quarta (4), será lançado o Programa de Adoção de Praças e a doação de área para uma nova unidade de conservação do Município
Uma série de ações marca a Semana do Meio Ambiente em São José. As atividades foram iniciadas nesta segunda-feira (2) com a distribuição de mudas de árvores na Avenida Central do Kobrasol. Nesta quarta-feira (4), o destaque será o lançamento dos projetos de Adoção de Praças e Revitalização do Parque Ambiental dos Sabiás, além da doação de área para uma nova unidade de conservação do Município.
A programação da Semana do Meio Ambiente foi iniciada no canteiro central da Avenida Lédio João Martis (Central do Kobrasol), nesta segunda-feira (2), quando foram distribuídas cerca de 700 mudas de árvores nativas para a população. A ação foi realizada pela Fundação Municipal do Meio Ambiente, em parceria com a Secretaria Municipal de Educação. Segundo o superintendente da Fundação, Eduardo Bastos, além da distribuição das mudas, produzidas no Horto Municipal, as pessoas que passaram pelo local também receberam orientações sobre educação ambiental.
A ação foi realizada pela Fundação Municipal do Meio Ambiente, em parceria com a Guarda Ambiental e Secretaria de Educação
A equipe do setor Ambiental da Guarda Municipal participou com a distribuição de material explicativo e prestou orientação sobre o tratamento e a destinação correta de resíduos sólidos. A Guarda Municipal de São José é o único grupamento em Santa Catarina especializado em ações de preservação e repressão aos crimes ambientais, com orientações para o descarte de resíduos domiciliares e coleta seletiva.
No espaço montado, o público pode ainda conhecer a exposição de trabalhos feitos com materiais recicláveis e reutilizáveis, produzidos nas escolas ambientais. O Município de São José mantém, em sua rede de ensino, duas escolas voltadas para a Educação Ambiental: o Centro Municipal de Educação Ambiental Escola do Mar e a Escola Municipal do Meio Ambiente.
No local, também foi realizada exposição de trabalhos feitos com materiais recicláveis e reutilizáveis, produzidos nas escolas ambientais do Município
A Escola do Mar tem como objetivo promover a conscientização dos alunos da rede municipal e a comunidade para a necessidade de compreender, preservar e conservar o ambiente com práticas sustentáveis. Ações como a horta orgânica, oficinas de papel reciclado, projeto Fortaleza e o Barco Escola são incentivadores dos cuidados para com o planeta.
Já a Escola do Meio Ambiente, localizada dentro do Parque Ambiental dos Sabiás, desenvolve ações de Educação Ambiental através de visitas monitoradas para grupos de estudantes. Ao ar livre, em meio a árvores, passando por açude e trilhas, os alunos aprendem sobre a importância de atuar de forma conjunto para preservar os recursos naturais.
Parcerias
Nesta quarta-feira (4), a partir das 15 horas, uma solenidade na Prefeitura de São José oficializará projetos de parceria da Fundação do Meio Ambiente com a iniciativa privada. Será lançado, por exemplo, o Programa de Adoção das Praças por construtoras, nos bairros Nossa Senhora do Rosário, Barreiros, Campinas e Kobrasol.
Também será apresentado o projeto de revitalização do Parque Ambiental dos Sabiás. Em parceria com o Projeto Mãos que Ajudam, um grupo de empresários e voluntários irão efetuar a limpeza e requalificação do espaço. O mutirão será realizado neste sábado (7) e deve reunir cerca de 200 pessoas.
Na solenidade, ainda será oficializada a doação de uma área de 92 mil metros quadrados pela Pedra Branca à Fundação Municipal do Meio Ambiente para a implantação da segunda unidade de conservação do Município. Para o superintendente da Fundação do Meio Ambiente, Eduardo Bastos, a parceria entre poder público e iniciativa privada é positiva para todos. “O que temos observado é que, desde que haja transparência nas ações e um regramento claro, há um desejo da classe empresarial em contribuir. E, com estas ações, o maior beneficiado é a coletividade”, destaca Eduardo.
Visitas de Maio de 2014.
O CMEA Escola do Mar agradece a todas os alunos e professores que nos agraciaram com sua presença, para aprender e ensinar um pouco mais sobre educação ambiental, já que, a mesma é fundamental para conscientização das pessoas em relação ao mundo que vivemos. Nosso maior objetivo e tentar estabelecer uma nova visão de como se relacionar e usufruir dos recursos oferecidos pela natureza, buscando uma relação mais harmoniosa entre o homem e o meio. Obrigado a todos.
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| CEM Vilson Kleinubing - Visita do 4º ano em 23.05.14 período matutino |
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| CEM Vilson Kleinubing - Visita do 4º ano em 23.05.14 período vespertino |
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CEM Vilson Kleinubing - Visita do 4º ano em 209.05.14 período vespertino![]() CEM Vilson Kleinubing - Visita do 4º ano em 209.05.14 período vespertino ![]() CEM Antônio Francisco Machado - Visita do 4º ano em 22.05.14 período matutino |

CEM Antônio Francisco Machado - Visita do 4º em 22.05.14 período vespertino

CEM Antônio Francisco Machado - Visita do 4º em 22.05.14 período vespertino

CEM Antônio Francisco Machado - Visita do 4º em 22.05.14 período vespertino

EBM Olga de Andrade Borgonovo - Visita em 5º ano em 26.05.14 período vespertino

EBM Olga de Andrade Borgonovo - Visita em 5º ano em 26.05.14 período vespertino

CEM Araucária - Visita do 4º em 29.05.2014

CEM Araucária - Visita do 4º em 29.05.2014

CEM Araucária - Visita do 4ªº ano em 30.05.2014 período matutino.

CEM Araucária - Visita do 4ªº ano em 30.05.2014 período matutino.

CEM Araucária - Visita do 4ªº ano em 30.05.2014 período matutino.

CE Pingo no i - Visita do 4º ano em 26.05.14

CE Pingo no i - Visita do 4º ano em 26.05.14

CE Pingo no i - Visita do 3º e 5º ano em 28.05.14

CE Pingo no i - Visita do 3º e 5º ano em 28.05.14

CEM José Nitro - Visita em 30.05.2014 - 4º ano -período vespertino

CEM José Nitro - Visita em 30.05.2014 - 4º ano -período vespertino

CEM José Nitro - Visita em 30.05.2014 - 4º ano -período vespertino
quarta-feira, 21 de maio de 2014
Setor Primário de São José: A aposta na atividade da Maricultura
Fundação de Meio Ambiente inicia levantamento dos produtores que atuam no município
A Fundação Municipal do Meio Ambiente iniciou uma pesquisa sobre o setor primário em São José. Os trabalhos começaram pelo setor de maricultura
A equipe da Fundação Municipal do Meio Ambiente iniciou um levantamento das atividades primárias que o ocorrem em São José. O objetivo é entender como cada atividade funciona e desenvolver uma identidade diferenciada para o setor no município. Segundo o superintendente da Fundação Municipal do Meio Ambiente, Eduardo Bastos, a proposta é criar um Selo de Inspeção para que os produtores possam vender seus produtos em São José com garantia e qualidade.
“Queremos dar uma identidade para o setor primário e também precisamos entender como o setor funciona, já que muitos desses produtos são vendidos nas feiras livres do município”, explica Eduardo. O resultado do mapeamento, também poderá ser utilizado na elaboração de novas políticas para o desenvolvimento destas atividades.
A equipe da Fundação Municipal do Meio Ambiente visitou in loco uma das áreas de cultivo em São José
O levantamento foi iniciado pelo setor de maricultura. A equipe da Fundação do Meio Ambiente visitou um dos três polígonos da Baia Sul de São José para avaliar como é feita a produção de mariscos e ostras. Os polígonos são as áreas demarcadas e aprovadas para a criação de ostras e mariscos.
Segundo o presidente da Associação de Maricultores de São José (AMARP-SJ), Lourival de Carvalho Pereira, o parque aquícola está dividido entre a Baia Norte e Sul do município e é formado por nove polígonos que somam 101,18 hectares de área útil dividida em 56 lotes.
Os lotes estão devidamente mapeados e registrados no Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA). Pela concorrência realizada pelo MPA em 2011, foram licitados apenas 35 lotes, os outros 21 ainda estão disponíveis para nova concorrência, que deve ser realizada até o final de 2014. “A demora na concessão das áreas, entre 2003 e 2011, não permitia que pescadores utilizassem novas áreas, fazendo com que muitos desistissem de aderir na atividade. Esperamos que, no futuro, outros pescadores apostem nessa atividade”, afirma Lourival.
Atualmente, cerca de 70 famílias trabalham com maricultura no município de São José. São duas famílias por área concedida, que corresponde a 2,8 hectares para cada maricultor. Aproximadamente 105 pessoas têm o envolvimento direto com a maricultura, além da geração de empregos indiretos, somando mais de 210 pessoas ligadas a atividade através da produção de insumos, máquinas, equipamentos, utensílios, pesquisa, assistência técnica, fiscalização, processamento e comercialização dos moluscos.
Segundo o presidente da Associação, a capacidade mínima produtiva do parque aquícola municipal, por ano, se for explorado com o cultivo de mexilhões, pode chegar a 6.060 toneladas do molusco em concha. Cultivando apenas ostras é possível chegar até a 3.030.000 dúzias. A produtividade é calculada em 60.000 quilos de mexilhões e 35.000 dúzias de ostras por hectare, que é a média regional.
A produção municipal de 2012, a última contabilizada, ficou em 256.050 dúzias de ostras e 460 toneladas de mexilhões em concha. A comercialização resultou um valor bruto de R$ 896.175,00 com a venda de ostras e R$ 552.000,00 com a venda de mexilhões e, conta, somando R$ 1.448.175,00, com média de 20.688,21 por família envolvida.
Ainda segundo o Lourival, o entrave maior que afeta o desenvolvimento da maricultura em São José é a falta de licenciamento ambiental da atividade. Sem ele o maricultor fica impedido de obter financiamento em longo prazo para amortizar (até 10 anos) a juros baixos, como é o caso do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf).
O presidente da Associação de Maricultores de São José (AMARP-SJ), Lourival de Carvalho Pereira (esq) mostra para o superintendente da Fundação do Meio Ambiente, Eduardo Bastos (dir), detalhes do cultivo de mariscos e ostras
Segundo o presidente, o financiamento permitiria investir nos fatores de produção, na ampliação do cultivo de forma mecanizada e melhorar o sistema de comercialização dos produtos, agregando mais valor por ocasião da venda. “De modo geral, o maricultor fica inseguro de exercer com plenitude sua atividade e para investir com vistas a melhorar todas as etapas da cadeia produtiva de moluscos”, diz Lourival.
O superintendente Eduardo Bastos afirma que já foi realizada uma reunião com as partes envolvidas, sendo que a Fundação do Meio Ambiente está buscando com a Fundação do Meio Ambiente de Santa Catarina (Fatma) o licenciamento para a regularização da atividade no município. “Recebemos a informação da Fatma que o licenciamento da atividade deve estar pronto até o final do primeiro semestre de 2014”, afirma Eduardo.
Em São José, o parque aquícola está dividido entre a Baia Norte e Sul do município e é formado por nove polígonos que somam 101,18 hectares
Fonte:http://www.pmsj.sc.gov.br/2014/05/setor-primario-de-sao-jose-a-aposta-na-maricultura/
Além da licença ambiental, segundo o presidente, ainda há a falta de demarcação das áreas já concedidas pelo MPA e sua respectiva sinalização para que se atenda às exigências da Marinha. Porém, estas ações são de competência do MPA, que já está providenciando e a previsão é para estarem concluídas até o final de 2014.
Fotos: Glaicon Covre – Secom/PMSJ
quarta-feira, 14 de maio de 2014
EEB São João Batista - Município de São João Batista-SC.
Visita das turmas do 2º ano do Ensino Médio em 14.05.14
CMEA Escola do Mar rompendo as fronteiras da Educação Ambiental.
Quarenta e cinco alunos nos agraciaram com a sua visita para uma saída a campo. O respaldo às aulas ministradas, deixou os professores do CMEA bastante esperançosos quanto a reflexões futuras a respeito de ações mitigadoras, em prol da melhora ambiental não só na esfera municipal como também estadual e até mundial. Obrigado!
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