quarta-feira, 4 de junho de 2014

Prefeitura de São José promove ação de conscientização na Semana do Meio Ambiente

Nesta quarta (4), será lançado o Programa de Adoção de Praças e a doação de área para uma nova unidade de conservação do Município
A Semana do Meio Ambiente em São José começou com distribuição de mudas
A Semana do Meio Ambiente em São José começou com distribuição de mudas
Uma série de ações marca a Semana do Meio Ambiente em São José. As atividades foram iniciadas nesta segunda-feira (2) com a distribuição de mudas de árvores na Avenida Central do Kobrasol. Nesta quarta-feira (4), o destaque será o lançamento dos projetos de Adoção de Praças e Revitalização do Parque Ambiental dos Sabiás, além da doação de área para uma nova unidade de conservação do Município.
A programação da Semana do Meio Ambiente foi iniciada no canteiro central da Avenida Lédio João Martis (Central do Kobrasol), nesta segunda-feira (2), quando foram distribuídas cerca de 700 mudas de árvores nativas para a população. A ação foi realizada pela Fundação Municipal do Meio Ambiente, em parceria com a Secretaria Municipal de Educação. Segundo o superintendente da Fundação, Eduardo Bastos, além da distribuição das mudas, produzidas no Horto Municipal, as pessoas que passaram pelo local também receberam orientações sobre educação ambiental.
A ação foi realizada pela Fundação Municipal do Meio Ambiente, em parceria com a Guarda Ambiental e Secretaria de Educação
A ação foi realizada pela Fundação Municipal do Meio Ambiente, em parceria com a Guarda Ambiental e Secretaria de Educação
A equipe do setor Ambiental da Guarda Municipal participou com a distribuição de material explicativo e prestou orientação sobre o tratamento e a destinação correta de resíduos sólidos. A Guarda Municipal de São José é o único grupamento em Santa Catarina especializado em ações de preservação e repressão aos crimes ambientais, com orientações para o descarte de resíduos domiciliares e coleta seletiva.
No espaço montado, o público pode ainda conhecer a exposição de trabalhos feitos com materiais recicláveis e reutilizáveis, produzidos nas escolas ambientais. O Município de São José mantém, em sua rede de ensino, duas escolas voltadas para a Educação Ambiental: o Centro Municipal de Educação Ambiental Escola do Mar e a Escola Municipal do Meio Ambiente.
No local, também foi realizada exposição de trabalhos feitos com materiais recicláveis e reutilizáveis, produzidos nas escolas ambientais do Município
No local, também foi realizada exposição de trabalhos feitos com materiais recicláveis e reutilizáveis, produzidos nas escolas ambientais do Município
A Escola do Mar tem como objetivo promover a conscientização dos alunos da rede municipal e a comunidade para a necessidade de compreender, preservar e conservar o ambiente com práticas sustentáveis. Ações como a horta orgânica, oficinas de papel reciclado, projeto Fortaleza e o Barco Escola são incentivadores dos cuidados para com o planeta.
Já a Escola do Meio Ambiente, localizada dentro do Parque Ambiental dos Sabiás, desenvolve ações de Educação Ambiental através de visitas monitoradas para grupos de estudantes. Ao ar livre, em meio a árvores, passando por açude e trilhas, os alunos aprendem sobre a importância de atuar de forma conjunto para preservar os recursos naturais.
Parcerias
Durante a ação, foram distribuídas cerca de 700 mudas para a população
Durante a ação, foram distribuídas cerca de 700 mudas para a população
Nesta quarta-feira (4), a partir das 15 horas, uma solenidade na Prefeitura de São José oficializará projetos de parceria da Fundação do Meio Ambiente com a iniciativa privada. Será lançado, por exemplo, o Programa de Adoção das Praças por construtoras, nos bairros Nossa Senhora do Rosário, Barreiros, Campinas e Kobrasol.
Também será apresentado o projeto de revitalização do Parque Ambiental dos Sabiás. Em parceria com o Projeto Mãos que Ajudam, um grupo de empresários e voluntários irão efetuar a limpeza e requalificação do espaço. O mutirão será realizado neste sábado (7) e deve reunir cerca de 200 pessoas.
Na solenidade, ainda será oficializada a doação de uma área de 92 mil metros quadrados pela Pedra Branca à Fundação Municipal do Meio Ambiente para a implantação da segunda unidade de conservação do Município. Para o superintendente da Fundação do Meio Ambiente, Eduardo Bastos, a parceria entre poder público e iniciativa privada é positiva para todos. “O que temos observado é que, desde que haja transparência nas ações e um regramento claro, há um desejo da classe empresarial em contribuir. E, com estas ações, o maior beneficiado é a coletividade”, destaca Eduardo.

Visitas de Maio de 2014.

O CMEA Escola do Mar agradece a todas os alunos e professores que nos agraciaram com sua presença, para aprender e ensinar um pouco mais sobre educação ambiental, já que, a mesma é fundamental para conscientização das pessoas em relação ao mundo que vivemos. Nosso maior objetivo e tentar estabelecer uma nova visão de como se relacionar e usufruir dos recursos oferecidos pela natureza, buscando uma relação mais harmoniosa entre o homem e o meio. Obrigado a todos.

CEM Vilson Kleinubing - Visita do 4º ano em 23.05.14 período matutino

CEM Vilson Kleinubing - Visita do 4º ano em 23.05.14 período vespertino



CEM Vilson Kleinubing - Visita do 4º ano em 209.05.14 período vespertino
CEM Vilson Kleinubing - Visita do 4º ano em 209.05.14 período vespertino
CEM Antônio Francisco Machado - Visita do 4º ano em 22.05.14 período matutino

CEM Antônio Francisco Machado - Visita do 4º em 22.05.14 período vespertino


CEM Antônio Francisco Machado - Visita do 4º em 22.05.14 período vespertino


CEM Antônio Francisco Machado - Visita do 4º em 22.05.14 período vespertino

EBM Olga de Andrade Borgonovo - Visita em 5º ano em 26.05.14 período vespertino


EBM Olga de Andrade Borgonovo - Visita em 5º ano em 26.05.14 período vespertino


CEM Araucária - Visita do 4º em 29.05.2014

CEM Araucária - Visita do 4º em 29.05.2014

CEM Araucária - Visita do 4ªº ano em 30.05.2014 período matutino.


CEM Araucária - Visita do 4ªº ano em 30.05.2014 período matutino.


CEM Araucária - Visita do 4ªº ano em 30.05.2014 período matutino.

CE Pingo no i - Visita do 4º ano em 26.05.14


CE Pingo no i - Visita do 4º ano em 26.05.14


CE Pingo no i - Visita do 3º e 5º ano em 28.05.14


CE Pingo no i - Visita do 3º e 5º ano em 28.05.14

CEM José Nitro - Visita em 30.05.2014 - 4º ano -período vespertino

CEM José Nitro - Visita em 30.05.2014 - 4º ano -período vespertino

CEM José Nitro - Visita em 30.05.2014 - 4º ano -período vespertino


quarta-feira, 21 de maio de 2014

Setor Primário de São José: A aposta na atividade da Maricultura



Fundação de Meio Ambiente inicia levantamento dos produtores que atuam no município

A Fundação Municipal do Meio Ambiente iniciou uma pesquisa sobre o setor primário em São José. Os trabalhos começaram pelo setor de maricultura
A Fundação Municipal do Meio Ambiente iniciou uma pesquisa sobre o setor primário em São José. Os trabalhos começaram pelo setor de maricultura
A equipe da Fundação Municipal do Meio Ambiente iniciou um levantamento das atividades primárias que o ocorrem em São José. O objetivo é entender como cada atividade funciona e desenvolver uma identidade diferenciada para o setor no município. Segundo o superintendente da Fundação Municipal do Meio Ambiente, Eduardo Bastos, a proposta é criar um Selo de Inspeção para que os produtores possam vender seus produtos em São José com garantia e qualidade.
“Queremos dar uma identidade para o setor primário e também precisamos entender como o setor funciona, já que muitos desses produtos são vendidos nas feiras livres do município”, explica Eduardo.  O resultado do mapeamento, também poderá ser utilizado na elaboração de novas políticas para o desenvolvimento destas atividades.
A equipe da Fundação Municipal do Meio Ambiente visitou in loco uma das áreas de cultivo em São José
A equipe da Fundação Municipal do Meio Ambiente visitou in loco uma das áreas de cultivo em São José
O levantamento foi iniciado pelo setor de maricultura. A equipe da Fundação do Meio Ambiente visitou um dos três polígonos da Baia Sul de São José para avaliar como é feita a produção de mariscos e ostras. Os polígonos são as áreas demarcadas e aprovadas para a criação de ostras e mariscos.
Segundo o presidente da Associação de Maricultores de São José (AMARP-SJ), Lourival de Carvalho Pereira, o parque aquícola está dividido entre a Baia Norte e Sul do município e é formado por nove polígonos que somam 101,18 hectares de área útil dividida em 56 lotes.
Os lotes estão devidamente mapeados e registrados no Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA). Pela concorrência realizada pelo MPA em 2011, foram licitados apenas 35 lotes, os outros 21 ainda estão disponíveis para nova concorrência, que deve ser realizada até o final de 2014. “A demora na concessão das áreas, entre 2003 e 2011, não permitia que pescadores utilizassem novas áreas, fazendo com que muitos desistissem de aderir na atividade. Esperamos que, no futuro, outros pescadores apostem nessa atividade”, afirma Lourival.
Atualmente, cerca de 70 famílias trabalham com maricultura no município
Atualmente, cerca de 70 famílias trabalham com maricultura no município
Atualmente, cerca de 70 famílias trabalham com maricultura no município de São José. São duas famílias por área concedida, que corresponde a 2,8 hectares para cada maricultor. Aproximadamente 105 pessoas têm o envolvimento direto com a maricultura, além da geração de empregos indiretos, somando mais de 210 pessoas ligadas a atividade através da produção de insumos, máquinas, equipamentos, utensílios, pesquisa, assistência técnica, fiscalização, processamento e comercialização dos moluscos.
Segundo o presidente da Associação, a capacidade mínima produtiva do parque aquícola municipal, por ano, se for explorado com o cultivo de mexilhões, pode chegar a 6.060 toneladas do molusco em concha. Cultivando apenas ostras é possível chegar até a 3.030.000 dúzias. A produtividade é calculada em 60.000 quilos de mexilhões e 35.000 dúzias de ostras por hectare, que é a média regional.
A produção municipal de 2012, a última contabilizada, ficou em 256.050 dúzias de ostras e 460 toneladas de mexilhões em concha. A comercialização resultou um valor bruto de R$ 896.175,00 com a venda de ostras e R$ 552.000,00 com a venda de mexilhões e, conta, somando R$ 1.448.175,00, com média de 20.688,21 por família envolvida.
Ainda segundo o Lourival, o entrave maior que afeta o desenvolvimento da maricultura em São José é a falta de licenciamento ambiental da atividade. Sem ele o maricultor fica impedido de obter financiamento em longo prazo para amortizar (até 10 anos) a juros baixos, como é o caso do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf).
O presidente da Associação de Maricultores de São José (AMARP-SJ), Lourival de Carvalho Pereira (esq) mostra para o superintendente da Fundação do Meio Ambiente, Eduardo Bastos (dir), detalhes do cultivo de mariscos e ostras
O presidente da Associação de Maricultores de São José (AMARP-SJ), Lourival de Carvalho Pereira (esq) mostra para o superintendente da Fundação do Meio Ambiente, Eduardo Bastos (dir), detalhes do cultivo de mariscos e ostras
Segundo o presidente, o financiamento permitiria investir nos fatores de produção, na ampliação do cultivo de forma mecanizada e melhorar o sistema de comercialização dos produtos, agregando mais valor por ocasião da venda. “De modo geral, o maricultor fica inseguro de exercer com plenitude sua atividade e para investir com vistas a melhorar todas as etapas da cadeia produtiva de moluscos”, diz Lourival.
O superintendente Eduardo Bastos afirma que já foi realizada uma reunião com as partes envolvidas, sendo que a Fundação do Meio Ambiente está buscando com a Fundação do Meio Ambiente de Santa Catarina (Fatma) o licenciamento para a regularização da atividade no município. “Recebemos a informação da Fatma que o licenciamento da atividade deve estar pronto até o final do primeiro semestre de 2014”, afirma Eduardo.
Em  São José, o parque aquícola está dividido entre a Baia Norte e Sul do município e é formado por nove polígonos que somam 101,18 hectares
Em São José, o parque aquícola está dividido entre a Baia Norte e Sul do município e é formado por nove polígonos que somam 101,18 hectares
Fonte:http://www.pmsj.sc.gov.br/2014/05/setor-primario-de-sao-jose-a-aposta-na-maricultura/

Além da licença ambiental, segundo o presidente, ainda há a falta de demarcação das áreas já concedidas pelo MPA e sua respectiva sinalização para que se atenda às exigências da Marinha. Porém, estas ações são de competência do MPA, que já está providenciando e a previsão é para estarem concluídas até o final de 2014.





Fotos: Glaicon Covre – Secom/PMSJ

quarta-feira, 14 de maio de 2014

EEB São João Batista - Município de São João Batista-SC.


Visita das turmas do 2º ano do Ensino Médio em 14.05.14

CMEA Escola do Mar rompendo as fronteiras da Educação Ambiental.

Quarenta e cinco alunos nos agraciaram com a sua visita para uma saída a campo. O respaldo às aulas ministradas, deixou os professores do CMEA bastante esperançosos quanto a reflexões futuras a respeito de ações mitigadoras, em prol da melhora ambiental não só na esfera municipal como também estadual e até mundial. Obrigado!







quarta-feira, 30 de abril de 2014

A farra dos sacos plásticos


(Viki Muniz)

O Brasil é definitivamente o paraíso dos sacos plásticos. Todos os supermercados, farmácias e boa parte do comércio varejista embalam em saquinhos tudo o que passa pela caixa registradora.

O Brasil é definitivamente o paraíso dos sacos plásticos. Todos os supermercados, farmácias e boa parte do comércio varejista embalam em saquinhos tudo o que passa pela caixa registradora. Não importa o tamanho do produto que se tenha à mão, aguarde a sua vez porque ele será embalado num saquinho plástico. O pior é que isso já foi incorporado na nossa rotina como algo normal, como se o destino de cada produto comprado fosse mesmo um saco plástico. Nossa dependência é tamanha, que quando ele não está disponível, costumamos reagir com reclamações indignadas.

Quem recusa a embalagem de plástico é considerado, no mínimo, exótico. Outro dia fui comprar lâminas de barbear numa farmácia e me deparei com uma situação curiosa. A caixinha com as lâminas cabia perfeitamente na minha pochete. Meu plano era levar para casa assim mesmo. Mas num gesto automático, a funcionária registrou a compra e enfiou rapidamente a mísera caixinha num saco onde caberiam seguramente outras dez. Pelas razões que explicarei abaixo, recusei gentilmente a embalagem.

A plasticomania vem tomando conta do planeta desde que o inglês Alexander Parkes inventou o primeiro plástico em 1862. O novo material sintético reduziu os custos dos comerciantes e incrementou a sanha consumista da civilização moderna. Mas os estragos causados pelo derrame indiscriminado de plásticos na natureza tornou o consumidor um colaborador passivo de um desastre ambiental de grandes proporções. Feitos de resina sintética originadas do petróleo, esses sacos não são biodegradáveis e levam séculos para se decompor na natureza. Usando a linguagem dos cientistas, esses saquinhos são feitos de cadeias moleculares inquebráveis, e é impossível definir com precisão quanto tempo levam para desaparecer no meio natural.

No Complexo do Alemão, plásticos não biodegradáveis se juntam ao lixo nas ruas.

No caso específico das sacolas de supermercado, por exemplo, a matéria-prima é o plástico filme, produzido a partir de uma resina chamada polietileno de baixa densidade (PEBD). No Brasil são produzidas 210 mil toneladas anuais de plástico filme, que já representa 9,7% de todo o lixo do país. Abandonados em vazadouros, esses sacos plásticos impedem a passagem da água - retardando a decomposição dos materiais biodegradáveis - e dificultam a compactação dos detritos.

Essa realidade que tanto preocupa os ambientalistas no Brasil, já justificou mudanças importantes na legislação - e na cultura - de vários países europeus. Na Alemanha, por exemplo, a plasticomania deu lugar à sacolamania. Quem não anda com sua própria sacola a tiracolo para levar as compras é obrigado a pagar uma taxa extra pelo uso de sacos plásticos. O preço é salgado: o equivalente a sessenta centavos a unidade.

A guerra contra os sacos plásticos ganhou força em 1991, quando foi aprovada uma lei que obriga os produtores e distribuidores de embalagens a aceitar de volta e a reciclar seus produtos após o uso. E o que fizeram os empresários? Repassaram imediatamente os custos para o consumidor. Além de anti-ecológico, ficou bem mais caro usar sacos plásticos na Alemanha.

Na Irlanda, desde 1997 paga-se um imposto de nove centavos de libra irlandesa por cada saco plástico. A criação da taxa fez multiplicar o número de irlandeses indo às compras com suas próprias sacolas de pano, de palha, e mochilas. Em toda a Grã-Bretanha, a rede de supermercados CO-OP mobilizou a atenção dos consumidores com uma campanha original e ecológica: todas as lojas da rede terão seus produtos embalados em sacos plásticos 100% biodegradáveis. Até dezembro deste ano, pelo menos 2/3 de todos os saquinhos usados na rede serão feitos de um material que, segundo testes em laboratório, se decompõe dezoito meses depois de descartados. Com um detalhe interessante: se por acaso não houver contato com a água, o plástico se dissolve assim mesmo, porque serve de alimento para microorganismos encontrados na natureza.

Mau exemplo: lixão em SP recebe 250 toneladas por dia.

Não há desculpas para nós brasileiros não estarmos igualmente preocupados com a multiplicação indiscriminada de sacos plásticos na natureza. O país que sediou a Rio-92 (Conferência Mundial da ONU sobre Desenvolvimento e Meio Ambiente) e que tem uma das legislações ambientais mais avançadas do planeta, ainda não acordou para o problema do descarte de embalagens em geral, e dos sacos plásticos em particular.

(...)

É preciso declarar guerra contra a plasticomania e se rebelar contra a ausência de uma legislação específica para a gestão dos resíduos sólidos. Há muitos interesses em jogo. Qual é o seu?

O jornalista André Trigueiro é redator e apresentador do Jornal das Dez, da Globonews, desde 1996. Na Rádio Viva Rio AM (1180 kwz ), Trigueiro apresenta o programa Conexão Verde, de segunda a sexta. Nele, aborda temas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável. O jornalista é pós-graduado em Meio Ambiente pela MEB COPPE/UFRJ (2001).
Por André TrigueiroFonte: http://ambientes.ambientebrasil.com.br/residuos/artigos/a_farra_dos_sacos_plasticos.html

terça-feira, 29 de abril de 2014

Oficinas de papel e confecção de brinquedos - 25 e 29 de Abril.


Escola Básica Professor Altino Corsino da Silva Flores



Centro de Educação Municipal Escola do Mar


quarta-feira, 23 de abril de 2014

MARICULTURA:Uma alternativa de alimento


Pescadores, de Di Cavalcanti (Foto: Reprodução/Masc)

A aquicultura hoje é vista como um potencial gerador de alimentos, uma alternativa para suprimento da atual demanda proteica, ou seja, onde fronteiras terrestres já não poderiam mais sofrer expansão. A problemática da geração de alimentos exige medidas rápidas e eficientes.
A utilização do ambiente marinho através da mitilicultura (cultivo de mexilhão) é uma forma sustentável de produção de alimento.
O maior produtor de moluscos do Brasil é Santa Catarina responsável por mais de 90 por cento da produção, com um total de 23.495 toneladas, (dados do ano de 2012) (SANTOS eal., 2012).

A maricultura (cultura de ostras e mexilhões) no litoral catarinense surgiu em 1988 como alternativa para as comunidades costeiras, gerando emprego, renda e resultados sociais na melhoria da qualidade de vida e na fixação de comunidades tradicionais nas regiões litorâneas. Nestas regiões percebe-se que os pescadores dependem muito da pesca artesanal, com a restrição da pesca predatória, o setor entrou em decadência, assim os pescadores tiveram que procurar uma alternativa para sobreviver. Esta alternativa foi a maricultura, cultivo de moluscos bivalves entre eles ostras e mariscos.

Em entrevista com produtores locais da Praia da Serraria, percebeu-se que esta atividade tem gerado renda suficiente para manter estes produtores na comunidade assim como suas famílias. Todos os produtores afirmaram terem grande prazer em realizar esta atividade e viverem perto do mar.
No entanto, nós enquanto população, devemos nos alertar e procurar soluções para que estes ecossistemas costeiros sejam preservados. A demanda de alimentos se torna cada vez mais dependente de fontes alternativas, como a maricultura, portanto a qualidade da água deve ser fonte constante de preocupação.

O Centro Municipal de Educação Ambiental Escola do Mar vem trabalhando na perspectiva de conscientização de crianças, adolescentes e todos os grupos interessados na questão ambiental tendo como foco principalmente a Baia Norte e rios que deságuam nessa região.




Elis Graziela Andrighetti,
Graduanda em Engenharia de Aquicultura