terça-feira, 29 de abril de 2014

Oficinas de papel e confecção de brinquedos - 25 e 29 de Abril.


Escola Básica Professor Altino Corsino da Silva Flores



Centro de Educação Municipal Escola do Mar


quarta-feira, 23 de abril de 2014

MARICULTURA:Uma alternativa de alimento


Pescadores, de Di Cavalcanti (Foto: Reprodução/Masc)

A aquicultura hoje é vista como um potencial gerador de alimentos, uma alternativa para suprimento da atual demanda proteica, ou seja, onde fronteiras terrestres já não poderiam mais sofrer expansão. A problemática da geração de alimentos exige medidas rápidas e eficientes.
A utilização do ambiente marinho através da mitilicultura (cultivo de mexilhão) é uma forma sustentável de produção de alimento.
O maior produtor de moluscos do Brasil é Santa Catarina responsável por mais de 90 por cento da produção, com um total de 23.495 toneladas, (dados do ano de 2012) (SANTOS eal., 2012).

A maricultura (cultura de ostras e mexilhões) no litoral catarinense surgiu em 1988 como alternativa para as comunidades costeiras, gerando emprego, renda e resultados sociais na melhoria da qualidade de vida e na fixação de comunidades tradicionais nas regiões litorâneas. Nestas regiões percebe-se que os pescadores dependem muito da pesca artesanal, com a restrição da pesca predatória, o setor entrou em decadência, assim os pescadores tiveram que procurar uma alternativa para sobreviver. Esta alternativa foi a maricultura, cultivo de moluscos bivalves entre eles ostras e mariscos.

Em entrevista com produtores locais da Praia da Serraria, percebeu-se que esta atividade tem gerado renda suficiente para manter estes produtores na comunidade assim como suas famílias. Todos os produtores afirmaram terem grande prazer em realizar esta atividade e viverem perto do mar.
No entanto, nós enquanto população, devemos nos alertar e procurar soluções para que estes ecossistemas costeiros sejam preservados. A demanda de alimentos se torna cada vez mais dependente de fontes alternativas, como a maricultura, portanto a qualidade da água deve ser fonte constante de preocupação.

O Centro Municipal de Educação Ambiental Escola do Mar vem trabalhando na perspectiva de conscientização de crianças, adolescentes e todos os grupos interessados na questão ambiental tendo como foco principalmente a Baia Norte e rios que deságuam nessa região.




Elis Graziela Andrighetti,
Graduanda em Engenharia de Aquicultura

terça-feira, 22 de abril de 2014

Reciclando o Plástico

     (obra: Viki Muniz - Artista Plástico)

Reciclando o plástico
O plástico, inventado em 1907 com potencial de comercialização, gerou confortos diversos inicialmente, por sua flexibilidade. Logo destronou outras substâncias na confecção de vários objetos. Porém na atualidade o seu uso gera um desconforto proveniente principalmente do descarte inadequado. O problema não atinge somente a espécie humana, mas a muitas outras, principalmente marinhas, onde causa a morte de milhões de indivíduos anualmente.
O Centro Municipal de Educação Ambiental Escola do Mar tem como um de seus objetivos a conscientização dos problemas ambientais por parte dos estudantes da Rede Municipal de Educação de São José e de outras Redes de Ensino Público, Particular dentro e fora do Município. Por conta dessa conscientização a política dos “três erres” encontra-se em pauta sistematicamente no conteúdo/conceito do CMEA Escola do Mar. Com relação ao plástico principalmente, procuramos focar a necessidade da redução imediata do seu uso, através de atitudes simples do cotidiano, como utilizar apenas uma sacola para carregar mais de um item comprado, ou a reutilização da mesma como produto retornável. Vários tipos de recipientes plásticos possibilitam a sua reutilização bem como a sua recriação, ou seja, vários itens culinários podem ser guardados em recipientes plásticos como também brinquedos podem ser criados a partir de embalagens plásticas. A separação de embalagens plásticas após o uso, bem como a limpeza da mesma, constitui-se numa atitude de grande relevância, pois possibilitará a reciclagem por parte da indústria, além de constituir-se em fonte alternativa de renda para muitas famílias.
Consciência implica em conhecimento e ação, é também a palavra de ordem (atitude), infelizmente não mais para prevenir, mas para tentar resolver um problema de proporção mundial.

Oficinas - Abril 2014

As oficinas ofertadas no Centro Municipal de Educação Ambiental Escola do Mar tem como pressuposto contribuir para a formação da cidadania, focando na preservação do Meio Ambiente, evidenciando para os alunos a importância da reciclagem e reaproveitamento dos materiais que são diariamente descartados de forma inadequada em nosso planeta, contribuindo para a diminuição da vida útil dos aterros sanitários.


Escola Básica Professor Altino Corsino da Silva Flores

Oficinas de papel e confecção de brinquedos 

Centro de Educação Municipal Escola do Mar

Reciclapel - Oficina de papel






segunda-feira, 7 de abril de 2014

Mostra de Compostagem e Agricultura Urbana.


Oficina oferecida às escolas ambientais de São José – SC, Escola Municipal do Meio Ambiente Parque do Sabiás e Centro Municipal de Educação Ambiental Escola do Mar, em parceria com SESC – SC e Prefeitura Municipal de São José - SC. 

Boa parte dos resíduos orgânicos produzidos no Brasil são descartados de forma inadequada em aterros sanitários, diminuindo sua vida útil e acima de tudo desperdiçando o grande potencial dos mesmos, visto que os orgânicos podem ser reaproveitados para produção de adubo por intermédio da compostagem.
A compostagem pode ser definida de forma simples como um conjunto de técnicas que transformam o rejeito orgânico em composto (adubo), ou seja, é um processo de Reciclagem no qual microrganismos dentro de condições ideais de temperatura, umidade e aeração transformam o “indesejável” e “desagradável” resíduo orgânico de cada dia em composto.
A CMEA Escola do Mar pratica a compostagem, reiterando seu compromisso com sustentabilidade e educação ambiental, disseminando essa ideia em suas atividades diárias.

Alguns dados:
Em torno de 88% do lixo doméstico vai para o aterro sanitário;
Menos de 3% do lixo vai para as usinas de compostagem(adubo);
Apenas 2% do lixo de todo o Brasil é reciclado;
O lixo inorgânico representa cerca de 20% do total do lixo doméstico;
O Lixo Orgânico representa cerca de 80% do total do lixo doméstico;

Apenas 18% dos municípios brasileiros possuem coleta seletiva.



quinta-feira, 3 de abril de 2014

Aquecimento Global segundo a ONU


Impacto do aquecimento global será ‘grave e irreversível’, diz ONU

O impacto do aquecimento global será “grave, abrangente e irreversível”, segundo um relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas da ONU (IPCC, na sigla em inglês) divulgado nesta segunda-feira (31).
Autoridades e cientistas reunidos no Japão afirmam que o documento é a avaliação mais completa já feita sobre o impacto das mudanças climáticas no planeta.
Integrantes do IPCC dizem que até agora os efeitos do aquecimento são sentidos de forma mais acentuada pela natureza, mas que haverá um impacto cada vez maior sobre a humanidade.
Mudanças climáticas vão afetar a saúde, as moradias, a alimentação e a segurança da população no planeta, segundo o relatório.
O teor do documento foi alvo de intensas negociações em reuniões realizadas em Yokohama. Este é o segundo de uma série de relatórios do IPCC previstos para este ano.
O texto afirma que a quantidade de provas científicas do impacto do aquecimento global dobrou desde o último relatório, lançado em 2007.
“Ninguém neste planeta ficará imune aos impactos das mudanças climáticas”, disse o diretor do IPCC, Rajendra Pachauri, a jornalistas nesta segunda-feira.
O secretário-geral da Associação Mundial de Meteorologia, Michel Jarraud, disse que se no passado as pessoas estavam destruindo o planeta por ignorância, agora já não existe mais esta “desculpa”.

Enchentes e calor

O relatório foi baseado em mais de 12 mil estudos publicados em revistas científicas. Jarraud disse que o texto é “a mais sólida evidência que se pode ter em qualquer disciplina científica”.
Fonte: http://blog.ambientebrasil.com.br/

domingo, 30 de março de 2014

Enxó da Ribeira.


ENXÓ DA RIBEIRA (Francis Silvy, 2001).



Um registro belíssimo de como se constrói uma canoa utilizando as técnicas tradicionais, desde o recolhimento do Garapuvu (Schizolobium parahyba) até seu acabamento. Na língua Tupi, garapuvu significa “canoa que brota do chão”.
O documentário "Enxó da Ribeira", de Francis Silvy;
A apresentação é do historiador e museólogo da UFSC Gelcí José Coelho, o Peninha.