quarta-feira, 23 de abril de 2014
terça-feira, 22 de abril de 2014
Reciclando o Plástico
(obra: Viki Muniz - Artista Plástico)
Reciclando
o plástico
O
plástico, inventado em 1907 com potencial de comercialização,
gerou confortos diversos inicialmente, por sua flexibilidade. Logo
destronou outras substâncias na confecção de vários objetos.
Porém na atualidade o seu uso gera um desconforto proveniente
principalmente do descarte inadequado. O problema
não atinge somente a espécie humana, mas a muitas outras,
principalmente marinhas, onde causa a morte de milhões de
indivíduos anualmente.
O Centro Municipal de Educação Ambiental Escola do Mar tem como
um de seus objetivos a conscientização dos problemas ambientais
por parte dos estudantes da Rede Municipal de Educação de São
José e de outras Redes de Ensino Público, Particular dentro e
fora do Município. Por conta dessa conscientização a política
dos “três erres” encontra-se em pauta sistematicamente no
conteúdo/conceito do CMEA Escola do Mar. Com relação ao
plástico principalmente, procuramos focar a necessidade da redução
imediata do seu uso, através de atitudes simples do cotidiano, como
utilizar apenas uma sacola para carregar mais de um item comprado,
ou a reutilização da mesma como produto retornável. Vários tipos
de recipientes plásticos possibilitam a sua reutilização bem como
a sua recriação, ou seja, vários itens culinários podem ser
guardados em recipientes plásticos como também brinquedos podem
ser criados a partir de embalagens plásticas. A separação de
embalagens plásticas após o uso, bem como a limpeza da mesma,
constitui-se numa atitude de grande relevância, pois possibilitará
a reciclagem por parte da indústria, além de constituir-se em fonte
alternativa de renda para muitas famílias.
Consciência
implica em conhecimento e ação, é também a palavra de ordem
(atitude), infelizmente não mais para prevenir, mas para tentar
resolver um problema de proporção mundial.
Oficinas - Abril 2014
As oficinas ofertadas no Centro Municipal de Educação Ambiental Escola do Mar tem como pressuposto contribuir para a formação da cidadania, focando na preservação do Meio Ambiente, evidenciando para os alunos a importância da reciclagem e reaproveitamento dos materiais que são diariamente descartados de forma inadequada em nosso planeta, contribuindo para a diminuição da vida útil dos aterros sanitários.
Escola Básica Professor Altino Corsino da Silva Flores
Oficinas de papel e confecção de brinquedos
Centro de Educação Municipal Escola do Mar
Reciclapel - Oficina de papel
segunda-feira, 7 de abril de 2014
Mostra de Compostagem e Agricultura Urbana.
Oficina
oferecida às escolas ambientais de São José – SC, Escola
Municipal do Meio Ambiente Parque
do Sabiás e Centro Municipal de
Educação Ambiental Escola do Mar, em parceria com SESC – SC e
Prefeitura Municipal de São José - SC.
Boa
parte dos resíduos orgânicos produzidos no Brasil são descartados
de forma inadequada em aterros sanitários, diminuindo sua vida útil
e acima de tudo desperdiçando o grande potencial dos mesmos, visto
que os orgânicos podem ser reaproveitados para produção de adubo
por intermédio da compostagem.
A
compostagem pode ser definida de forma simples como um conjunto de
técnicas que transformam o rejeito orgânico em composto (adubo), ou
seja, é um processo de Reciclagem no qual microrganismos dentro de
condições ideais de temperatura, umidade e aeração transformam o
“indesejável” e “desagradável” resíduo orgânico de cada
dia em composto.
A
CMEA Escola do Mar pratica a compostagem, reiterando seu compromisso
com sustentabilidade e educação ambiental, disseminando essa ideia
em suas atividades diárias.
Alguns
dados:
Em
torno de 88% do lixo doméstico vai para o aterro sanitário;
Menos
de 3% do lixo vai para as usinas de compostagem(adubo);
Apenas
2% do lixo de todo o Brasil é reciclado;
O
lixo inorgânico representa cerca de 20% do total do lixo doméstico;
O
Lixo Orgânico representa cerca de 80% do total do lixo doméstico;
Apenas 18% dos municípios brasileiros possuem coleta seletiva.
quinta-feira, 3 de abril de 2014
Aquecimento Global segundo a ONU
Impacto do aquecimento global será ‘grave e irreversível’, diz ONU
O impacto do aquecimento global será “grave, abrangente e irreversível”, segundo um relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas da ONU (IPCC, na sigla em inglês) divulgado nesta segunda-feira (31).
Autoridades e cientistas reunidos no Japão afirmam que o documento é a avaliação mais completa já feita sobre o impacto das mudanças climáticas no planeta.
Integrantes do IPCC dizem que até agora os efeitos do aquecimento são sentidos de forma mais acentuada pela natureza, mas que haverá um impacto cada vez maior sobre a humanidade.
Mudanças climáticas vão afetar a saúde, as moradias, a alimentação e a segurança da população no planeta, segundo o relatório.
O teor do documento foi alvo de intensas negociações em reuniões realizadas em Yokohama. Este é o segundo de uma série de relatórios do IPCC previstos para este ano.
O texto afirma que a quantidade de provas científicas do impacto do aquecimento global dobrou desde o último relatório, lançado em 2007.
“Ninguém neste planeta ficará imune aos impactos das mudanças climáticas”, disse o diretor do IPCC, Rajendra Pachauri, a jornalistas nesta segunda-feira.
O secretário-geral da Associação Mundial de Meteorologia, Michel Jarraud, disse que se no passado as pessoas estavam destruindo o planeta por ignorância, agora já não existe mais esta “desculpa”.
Enchentes e calor
O relatório foi baseado em mais de 12 mil estudos publicados em revistas científicas. Jarraud disse que o texto é “a mais sólida evidência que se pode ter em qualquer disciplina científica”.
Fonte: http://blog.ambientebrasil.com.br/
domingo, 30 de março de 2014
Enxó da Ribeira.
ENXÓ DA RIBEIRA (Francis Silvy, 2001).
Um registro belíssimo de como se constrói uma canoa utilizando as técnicas tradicionais, desde o recolhimento do Garapuvu (Schizolobium parahyba) até seu acabamento. Na língua Tupi, garapuvu significa “canoa que brota do chão”.
O documentário "Enxó da Ribeira", de Francis Silvy;
A apresentação é do historiador e museólogo da UFSC Gelcí José Coelho, o Peninha.
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